quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Padre Antonio Vieira E os Modos do Verbo Furtar

 
Padre Antonio Vieira E os Modos do Verbo Furtar
Nivaldo CruzCredo
28.11.2015



1
O lendário e histórico
Padre Antonio Vieira
Dono de uma oratória
Invejável e verdadeira
O maior orador que pisou
Nesta terra brasileira.
 
2
Em um meia cinco cinco(1655)
Fez um discurso belo
Para Rei João IV
E sua corte em paralelo
Usando o seu dom
 Afiado como cutelo.
 
3
Foi na bonita Lisboa,
A famosa capital
Da nossa metrópole,
Importante Portugal,
Mas o assunto foi um
Brasil que parece  atual.
 
4
Ele apresentou ali, todos
Os modos do verbo furtar
No sermão do Bom ladrão
Para assim  bem ilustrar
O que acontecia aqui
E para todos vir mostrar.
 
5
Ele bem disse quase assim
“- Tanto que aqui chegam,
Começam a furtar pelo
Modo indicativo, (vejam),
Porque a primeira informação
Que dos antigos  desejam.
 
6
E a estes chegam pedir
Que lhes possam apontar,
Os caminhos por onde
Eles possam furtar,
 Querendo que indiquem
Como tudo abarcar.

7
- Furtam pelo  imperativo,
Porque como têm o mero
 Poder, todo ele aplicam
Despoticamente com esmero
Para as execuções da rapina,
Parecendo o próprio Nero.
 
8
 Furtam pelo mandativo,
Aceitam quanto lhes mandam;
Para que mandem todos,
Os que por ali andam,
Assim , não são aceitos
Os que não mandam e desandam.
 
9
 Furtam pelo optativo,
Desejando quanto parece bem,
E gabando as coisas desejadas,
Não se importando quem
Sejam os donos delas,
As fazem suas, também.
 
10
- Furtam pelo conjuntivo,
Porque ajuntam o seu cabedal
Com os que manejam muito,
Achando coisa natural,
Basta só que ajuntem ,
Sendo meeiros na ganância tal.
 
11
Continuam furtando
- Furtam pelo  potencial,
Porque sem  ter pretexto,
Nem cerimônia coisa e tal,
Usam de sua potência,
Em todo ato imoral.
 
12
- Furtam pelo  permissivo,
Porque permitem que furtem,
Todos os outros que queiram
Que também  isso curtem,
Estes compram permissões,
Das quais aqueles se nutrem.
 
13
- Furtam pelo  infinitivo,
Porque não tem fim o furtar
Com o fim de um governo,
Eles buscam outro lugar
E sempre  deixam raízes,
Para os furtos continuar.

14
- Estes  modos conjugam
Por todas as tais pessoas;
Porque a primeira  do verbo
É a sua mesmo e não é  atoa
As segundas os seus auxiliares
Que também ficam numa boa.
 
15
Já as terceiras, quantas para
Isso têm industria e ciência,
Assim todos e todas roubam,
Sem nem se quer prudência,
Se achado nesse direito,
Fazendo disso a providência.
 
16
Através de  todos os tempos,
Eles furtam juntamente,
Já que no real o seu tempo,
Sempre é mesmo o  presente,
Colhem quanto pode  dá
Seu mandato inconsequente.
 
17
Para incluírem no presente,
O pretérito e o tal  futuro
Do pretérito desenterram,
Crime ficando maduro,
Qual vendem  perdões e
Dívidas esquecidas, a juro.
 
18
Que se pagam inteiramente,
Do futuro  eles empenham
As rendas  que antecipam
Os contratos que convenham
Com que tudo o caído e não
Caído as mãos lhe venham.
 
19
- Finalmente  nos mesmos tempos
 Não escapam os imperfeitos,
Perfeitos, plusquam perfeitos,
E quaisquer outros, nos direitos
Furtam, furtaram, furtavam,
Furtariam dos mesmos jeitos.
 
20
Em todos os seus tempos,
Haveriam mesmo de furtar
Porque não escolhem mesmo
Nem tempo certo para estar,
Mais se mais houvesse
Iam no seu nome colocar.

21
Em suma que o resumo
De toda rapante conjugação
Vem desta ser o supino
Do mesmo verbo em ação,
A furtar mesmo para furtar.
Sem medo e com noção.
 
22
Quando eles têm conjugado
Assim toda  voz ativa,
E o miserável povo
Suportado a passiva,
Eles, como se tivera feito
Grandes serviços, dão viva.

23
Com  essa roubalheira
Tornam a seus Estados
Muito mais pobres
De despojos carregados,
Fica mesmo consumido,
Ficando  assim roubado.

24
Cada mandato destes,
Em própria significação
Vem a ser uma licença
Geral in scriptis, então
Ou um passaporte
Para furtar a nação.”

25
Viu-se os modos do verbo furtar,
Modo imperativo, modo mandativo,
Modo optativo, modo potencial,
Modo conjuntivo, modo permissivo
Seus  tempos e suas pessoas
E até o modo infinitivo.

26
Foi o Padre Antonio Vieira
Que assim mesmo falou
Lá no século dezessete
No sermão que comandou
Todos os modos do verbo
Furtar no Brasil apresentou.

27
Roubar dinheiro público
Aqui não é novidade
Seja império ou república
Sempre roubaram de verdade
E o povo sempre pagou
Com  sua ingenuidade.

28
Sempre foi massa de manobra
Para os ratos do poder,
O que verdadeiramente
Precisa mesmo saber,
É  sua história real,
Para poder se defender.
 
29
Então não caia na tal
Armadilha do esperto,
Que quer roubar também,
Haja do jeito certo
Procure, busque, pesquise
Em dados de longe e de perto.
 
30
Assim forme você mesmo
Sua ideia e  opinião,
Não caia nas asneiras
Que fala a televisão,
Os sites,  rádios, jornais
Os meios de comunicação.
 
31
Pois todos  eles defendem
O grupo a qual pertencem
E não estão com o povo,
Como querem que pensem
Por isso não se iluda,
Senão são eles que vencem.

32
O sermão do bom ladrão
É na internet que está,
Peço que procure e busque
Tenho certeza  vai encontrar
E se lê-lo todo e com calma
Um bom texto vai achar.
















Inspirado no sermão do Bom ladrão do Padre Antônio Vieira que nasceu em Lisboa, em 1608, e morreu na Bahia, em 1697.
Com sete anos de idade, veio para o Brasil e entrou para a Companhia de Jesus.
Por defender posições favoráveis aos índios e aos judeus, foi condenado à prisão pela Inquisição, onde ficou por dois anos.
O Sermão do Bom Ladrão, foi escrito em 1655, pelo Padre Antônio Vieira.
Ele proferiu este sermão na Igreja da Misericórdia de Lisboa (Conceição Velha), perante D. João IV e sua corte. Lá também estavam os maiores dignitários do reino, juízes, ministros e conselheiros.



Fontes: http://www.passeiweb.com/estudos/livros/sermao_do_bom_ladrao e http://www.soliteratura.com.br/barroco/barroco06.php






quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

LAUDATO SI', PAPA FRANCISCO!








 
LAUDATO SI', PAPA FRANCISCO!
Nivaldo CruzCredo




1
Jorge Mario Bergoglio,
Primeiro papa americano,
Em 13 de março de 13,
Foi eleito soberano,
Na atual igreja Católica
Ficou no primeiro plano.



2
17 de dezembro de 1936
Nasceu ele na Argentina,
É da companhia de Jesus
Da América Latina,
Defender o mais carente
É sua opção, missão e sina.


3
O nome de Francisco,
O papa logo assumiu,
Compromisso com o pobre
Foi o que ele sugeriu,
Adotando o nome do santo
Mais popular que surgiu.


4
No seu pontificado
A igreja toma outro rumo,
Voltando-se para humildade
Retornando ao seu prumo,
Nos ensinamentos do Cristo
Vive o pontífice sumo.


5
Pelo Espirito Santo,
Ele vem sendo guiado,
Assim fala o seu povo,
Sobre seu pontificado,
Cada dia em cada canto
Ele fica mais amado.

6
Dar exemplos concretos
Da sua grande humildade,
Recenbendo a todos
Com imensa bondade,
Passa para quem é cristão
Ou não, muita sinceridade.

7
O nosso Papa Franciso
Vem ganhando simpatia,
De toda a humanidade
Que o recebe com alegria,
Nesse tempo atribulado
Com tanta hipocresia.

8
Francisco é esperança,
De um tempo novo
Com mais vida para
O planeta e para o povo,
Assim cada um pensa,
-Eu rogo, eu louvo!

9
Em 15 no terceiro ano
Da sua bela gestão,
Francisco nos dá,
Uma carta reflexão,
É a Laudato Si' uma
Encíclica de comunhão.

10
Laudato Si' em latim,
Significa louvado sejas,
E era o cantava Francisco,
Nas horas benfazejas,
Nosso santo humilde
Agradecendo pelas elezas.

11
Agradecendo a Deus,
Nosso Francisco de Assis,
“Laudato Si', Mi' Signore”,
Cantava muito feliz,
Vivendo na sua humildade
Livre como um Concriz.

12
Assim Francisco, o Papa
Para todos nós escreveu,
Esta carta encíclica
Que o seu povo recebeu,
Como um documento
De muito interesse seu.

13
A primeira encíclica papal
Do nosso Papa Francisco,
Vem alertar a todos e todas
Sobre esse grande risco,
Do mau trato com a natureza
O extermínio do nosso aprisco.

14
Ele começa mostrando
O que a Igreja já falou,
Sobre esse assunto
O que já se divulgou,
Fala de São Francisco
E que se preocupou.

15
O Papa Paulo Sexto disse
“Por causa da exploração
A natureza e o homem
Corre risco de destruição.”
Isso foi em 75 e até
Hoje continua a degradção.

16
São João Paulo Segundo
Chegou até advertir
“Que ao homem só preocupava
O que podia consumir,
Sem se dar conta do mal
Que no futuro podia vir.”

17
Bento Dezesseis convidou
“ Eliminar as disfunções
Na economia mundial,
Sugerindo as nações,
Cuidar do meio ambiente
Para as futuras gerações.”

18
Bartolomeu, o patriarca,
Chama nossa atenção,
“ Crime contra a natureza
É crime contra nós é o irmão
E é um grande pecado
Contra Deus, pai da criação.”

19
O Papa Francisco mostra
O que está acontecendo,
Com a nossa casa comum
Que está mesmo padecendo,
E de consciência urgente
De nós está carecendo.
20
Todo dia a natureza
Morre por poluição,
Pessoas, plantas e bichos
Que ficam em exposição,
São afetados por gases
Vindos da industrial produção.

21
O desmatemento criminoso,
Descarte de gases na atmosfera
Vão matando nascentes rios,
Acabando com muitas feras
E comprometendo até
As flores da primavera.

22
Provoca mudanças no clima
E com elas a destruição,
Em tragédias naturais
Afetando a população,
Na maioria das vezes
A mais pobre da nação.

23
O consumo irresponsável
Também muito prejudica,
Pois o descarte do resto
Que consome a parte rica,
Vai direto para o ambiente
E a morte lá é que fica.

24
Centena de milhões
É todo ano a produção,
Do lixo do consumo
Da nossa população,
Que leva toda a terra
Para a certa extinção.

25
Custa-nos reconhecer
O funcionamento axemplar,
Da nossa mãe natureza,
Que vem alimentar,
Todos na mais perfeita
Forma de ordenar.

26
Substâncias nutritivas,
Alimentam os vegetais,
Estes servem de alimentos,
Para herbivóros animais,
Que são também comida
Dos carnívoros totais.

27
Uma nova consciência,
Um novo modo de viver,
É que se faz necessário
Para tudo sobreviver,
Se não for assim o amanhã,
Não vai acontecer.

28
Cada um a sua parte
Tem mesmo que fazer
A pessoa comum,
Os que estão no poder
Empresas, Religiões,
Tudo que quer viver.

29
Tem que sair do discurso
E tem que ser agora,
Não se tem mais tempo,
Não se aceita demora,
Porque já pode ser tarde,
O mundo clama melhora.

30
O documento é muito rico
Tem muita explicação,
O Papa fala de tudo
Para nos chamar atenção,
Pois seremos responsáveis
Pela nossa extinção.

31
Ou a gente muda agora
Ou não vai ter futuro não,
Busque estudar a encíclica
Para a nossa salvação,
Laudato Si' é a nauteza
Clamando compaixão.

32
Nós não estamos
Dentro da Natureza,
Nós somos é ela
Tenha disto certeza,
Isso é o que nos mostra
Francisco com clareza.

33
Esta carta do Papa
É de muita importância,
Para todos e todas
Não importa a militância,
Nem credo, nem cor
Todos têm relevância.

34
O assunto é mesmo sério
E tembém é muito urgente,
Não dar mais para esperar,
Bricar com a vida da gente,
Vamos fazer nossa parte
Seja tu ateu ou crente.

35
Não é mais pelos filhos
Ou por nossos herdeiros,
É por cada um de nós
Pois seremos derradeiros,
A natureza está mostrado
Através desses letreiros.

36
O Espirito Santo de Deus,
Acredito e ouso a dizer,
É que fala por Francisco,
Para a gente copreender,
O risco que corremos se
A mudança não acontecer.

37
Pela Enciclica Laudato SI',
Que tu sejas louvado,
Querido Papa Francisco,
Por ter nos presenteado
Com este documento que
Deixa teu povo alertado.

38
Agora é com a gente,
Essa é a nossa missão,
Divulgar para todo mundo
Essa verdadeira lição,
Estou fazendo minha parte,
Espero a sua meu irmão.

39
Escreví esse folheto,
Só para nos mostrar,
Que a culpa é nossa,
Do mundo está como está
E só depende de nós
Para ele melhorar.


40
Nossos hábitos de vida
Precisamos mesmo mudar
Consumir bem menos
E aprender a reciclar,
Viver na humildade
Senão tudo vai acabar.








Fonte do desenho : caricatura do Papa Francisco por Amarildo. Disponível em: amarildocharge.wordpress.com

domingo, 16 de agosto de 2015

A Bela Arte de Juarez Aires

 
É hora de conhecer um pouco mais sobre mais esse grande artista do Nordeste, Juarez Aires, Artista  Plástico de Juazeiro do Norte , no Ceará,  hoje emprestado a Feira de Santana, na Bahia só vem enriquecer o universo cultural nordestino com a sua obra única e maravilhosa. Para maiores informações , transcreve-se  aqui o material colhido  no blog oficial do artista o http://juarezaires.blogspot.com.br/:

 “Cearense, nascido em Juazeiro do Norte, no ano de 1940, Francisco Juarez Campos Aires viveu sua infância captando as influências artísticas do seu pai, Francisco Aires Lobo, renomado ourives da região, e da sua mãe, Maria Edith Campos, poetisa e artesã. Teve como contexto a região do Cariri, mais conhecida como: Oásis do Sertão, local em que viveu até os 18 anos.
 Tal cenário foi muito importante para o seu desenvolvimento, pois lá estavam presentes os elementos que povoariam o seu imaginário para a composição dos quadros. Vivendo nesta confluência artística, junto aos seus nove irmãos, o terceiro na escala descendente, apresentava desde tenra idade uma grande vocação para a arte, criando seus brinquedos em madeira, lata e cera de abelha.
 Ao longo de sua vida buscou de maneira autodidata e disciplinada, o aperfeiçoamento de seus conhecimentos através de cursos na área de desenho industrial, arquitetônico, mecânico, hidráulico, elétrico e publicitário.
 Esses conhecimentos foram fundamentais para o seu ingresso no mercado formal de trabalho durante 30 anos para garantir o sustento da sua família, composta de esposa e cinco filhos. Em 1999, afastou-se definitivamente das atividades laborais para dedicar-se ao que mais gosta de fazer, ARTE.
 
Sempre revelando talento e criatividade, hoje, aos 70 anos, Juarez Aires renova a sua paixão pelas artes plásticas, em acrílico sobre tela, explorando temas variados que vão desde casarios que remontam vários períodos e lugares do Brasil, até a composição de quadros em miniatura, que retratam a época do fogão à lenha, da lamparina, da espingarda na parede, dos instrumentos de trabalho da lavoura reconstruindo o interior das casas tipicamente sertanejas, um tanto distante da realidade atual, porém, ainda existente em muitos lugares do interior brasileiro."

Maiores informações sobre o artista você buscar no face, o endereço é :
https://www.facebook.com/juarez.airessampaio#!/juarez.airessampaio/about

E Viva " A ARTE DO MEU POVO!"

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Pita Paiva - O Grande Artista de Ubaí

 Você conhece agora um pouco mais sobre o xilogravurista Pita Paiva, nascido em Ubaí, no estado da Bahia, no dia 11 de janeiro de 1967. Além de xilogravurista Pita é Escritor. Professor. desenhista. Oficineiro de teatro, capacitado pelo CTO Rio. Autor dos livros Uma escada pro futuro, Um deus que dança, Um conto de cada canto e Tudo dá poesia. Membro da trupe verso e corda.
 
Pesquisando na internet descobriu-se o seguinte através do site

 
“Em 2010, o poeta, escritor e artista plástico Pita Paiva, natural de Uibaí, venceu o Edital Apoio à Edição de Livros de Literatura de Autores Baiano, da Secretaria de Cultura do EStado e Fundação Pedro Calmon, no gênero poesia. Em 2011, foi premiado no Festival Nacional de Poesia de Ibotirama, na Bahia, e ganhou em 1º lugar no Festival A Palavra, promovido pela Bibioteca Mecenas Literária de São Gabriel. (Por Pascoal Ferreira)”
 
Já o blog http://tudodapoesiapitapaiva.blogspot.com.br/2011/11/pita-paiva.html trouxe as seguinte informações:
 
“1-> Lançou quatro livros

2->Teve poemas publicados em revista,antologias e jornais

3->Monta espetáculos e oficinas,por ser ligado à arte e ter capacitado pelo Teatro CTO(Centro de Teatro do Oprimido do RJ)

4-> Foi redator num jornal

5-> Tem poemas musicados

6->É pedagogo,com especialização em Orientação Educacional,e pós-graduado em Língua Portuguesa e Literatura Brasileira

7->E como desenhista ilustrou não apenas seus livros,mas também folders,materiais relacionados à educação,etc... o evento de lançamento contou com participações, apresentações de dança, de poemas, música e autógrafos. proximo lugar a ser lançado será São Gabriel, depois Irecê, e ainda contará com outros lugares, dentre eles, ainda sem data definida, Salvador. Ps. Ilustrações do livro,pelo próprio autor(ou seja além de escrever,tem a faceta de desenhar.”

Para maiores informações sobre o artista e como entrar em contato com o mesmo sugere-se acesso face dele através do endereço eletrônico; https://www.facebook.com/pitapaiva?fref=ts


E Viva " A Arte Do Meu Povo"!!

sábado, 1 de agosto de 2015

Jan Araújo E A Sua Bela Arte na Cerâmica

 
Convido você para conhecer um pouco de mais um dos grandes do Nordeste. Desta vez o Ceramista e Grande Artista Jan Araújo. Para esta tarefa busquei informações na internet e através do site http://www.marco500.com.br/designers/janaraujo/ descobri o seguinte:

 
“Filho do Mestre artesão Jotacê, o artista baiano Janshid Araújo desde criança fazia bichinhos e flores em cerâmica por diversão.

 
Há mais de 20 anos produz esculturas exclusivas com pinturas em tons suaves e harmoniosos, tendo como inspiração a fauna e a flora misturadas com o sagrado num processo totalmente artesanal.

 
Excelente desenhista, Jan teve facilidade de transferir para o barro todo seu talento, criatividade e habilidade presentes nas suas esculturas.

 
Atualmente produz média 15 esculturas por mês, usando sempre matéria prima de alta qualidade.


São peças em argila modeladas à mão livre, desde a estrutura do corpo até os mais delicados detalhes. Suas peças são pintadas com corantes minerais e vão para queima em forno aquecido a 900º. “
 
Você pode conhecer mais sobre o artista através do facebook pelo endereço https://www.facebook.com/jan.araujo.92?fref=ts 
Esta também é uma forma de entrar em contato com o mesmo!
 
 Sem sombra de dúvidas a obra mais conhecida de Jan Araújo é o Santo Dias Gomes que ele produziu para a Rede Globo de Televisão, sobre esta obra o site oficial da emissora, através do seguinte endereço 
http://gshow.globo.com/novelas/saramandaia/Fique-por-dentro/noticia/2013/06/dias-gomes-vira-santo-dias-padroeiro-de-bole-bole-na-historia-de-ricardo-linhares.html, disse o seguinte:


Ricardo Linhares é fã assumido do trio Dias Gomes, Janete Clair e Ivani Ribeiro. Segundo ele, os três são como a santíssima trindade da teledramaturgia brasileira. Por isso, quando pensou na sinopse da nova versão de Saramandaia, de Dias Gomes, o autor não titubeou em homenagear o pai da criança: Linhares criou um santo padroeiro para cidade de Bole-Bole. O nome? Santo Dias! Não é genial?
" Toda cidade brasileira tem o seu santo padroeiro. Eu quis fugir do óbvio procurando um santo real para o cargo. Portanto, nada mais natural que em Bole-Bole o padroeiro seja Santo Dias. Inventei esse 'santo' especialmente para a trama. Ao mesmo tempo, trata-se de uma brincadeira, já que o Dias era comunista. Como ele era debochado e bem-humorado, eu sei que apreciaria a ironia dessa situação. Saramandaia é uma comédia onde nada pode ser levado muito a sério", explica Ricardo.
Encomendada pela produção de arte de Saramandaia a pedido de Linhares, a escultura de argila levou três semanas para ficar pronta. A assinatura é do artista baiano Jan Araújo, que tinha o desafio de retratar em sua arte toda a carreira do homenageado. "A orientação era de que a peça deveria retratar a toda a obra do Dias Gomes: teatro, livros, filmes e novelas, dando destaque especial à questão da censura sofrida pelo autor durante o período do regime militar. A coincidência foi que em meu desenho original, fiz o santo com um livro e uma pena nas mãos, o que acabou sendo solicitado posterirormente pela direção da novela."  Jan é representado pela MARCO500, empresa que reúne trabalhos de diversos artistas brasileiros.



 
Linhares não esconde sua surpresa com o resultado. "A escultura realizada foi muito além do que eu havia imaginado. Ficou linda! É um trabalho de grande qualidade. E é totalmente brasileira, remetendo à nossa arte popular. Vai ser muito divertido ver os personagens pedindo benção a Santo Dias/Gomes!"
O autor da segunda versão da nova novela das 23h não nega que bebeu na fonte desses grandes dramaturgos e delega a eles a primazia de terem aberto os caminhos para que sua geração pudesse brilhar hoje nas telinhas. " Dias, Janete e Ivani Ribeiro são os alicerces da teledramaturgia brasileira. Sem eles, não existiria a nossa telenovela, do jeito que a conhecemos hoje. Eles expuseram o Brasil real na TV, misturando folhetim, observação dos costumes e crítica social, numa época de censura férrea. São os nossos pioneiros. Além disso, no teatro, Dias, ao lado de Nelson Rodrigues e Jorge Andrade, foi um dos grandes dramaturgos brasileiros do século passado. Infelizmente, todos esses autores que citei não são devidamente valorizados hoje em dia. Daí, a importância de se fazerem novas versões das obras televisivas que marcaram época."
E então? O Santio Dias ficou a cara de Dias Gomes ou não ficou?"

e VIVA " A ARTE DO MEU POVO"!!!

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Antonio Carneiro: O AKarneiro do Sertão Nordestino

 Com o objetivo de mostrar a “Arte do Meu Povo”, apresento-lhe agora o grande Artista Plástico Antonio Carneiro Dourado, artisticamente conhecido por Akarneiro.
 Para essa tarefa utilizaremos as informações contidas no site oficial do artista, o  http://www.akarneiro.com.br, que aconselho você a fazer uma visita e conhecer ainda mais desse grande da nossa cultura.
 
Segundo o site:



AKarneiro - Antônio Carneiro Dourado
Natural da Fazenda Morrinho (de terra de coloração vermelho-pardo) Município de Canarana, Sertão da Bahia. Filho de Manoel Cardoso Dourado e Izaura Carneiro Dourado, aos 16 anos tomou gosto pela sua terra, colocando-a na sua "principiante" forma de pintar.

Pinta suas bruacas, casas de farinha, flores de mandacaru, quiabento, gravatá, barriguda, casinholas, carros de boi e a nossa alma sertaneja.

 
Com os companheiros Pedro Lima, Galvão Júnior, Cleonildo Leite, Magno, Aricélia, Charles, Canarana, André Marques, Joan Sodré, Rosilda e muitos outros; formaram a caravana Ser Tão Baiano a qual percorreu cidades como; Utinga, Barreiras, Seabra e Vitória da Conquista, participando de exposições e outros eventos em centros culturais e espaços publcos.
 
Ao longo de décadas de carreira, Antônio Karneiro afinou gradualmente suas técnicas e seu olhar, tornando-se um pintor multifacetado. Sua mão é clássica. Apesar de autodidata, o artista baiano sorveu com naturalidade os diversos estilos das escolas européias, como se fosse um trabalho ordinário dominar com mérito várias tradições. Estas escolas – realismo, impressionismo, surrealismo, cubismo, expressionismo, e até a pop art – fluem nas telas harmoniosamente. Seu olhar, por outro lado, é bastante particular. 
 Os temas de Karneiro são recorrentes. Em suas vibrantes pinturas nos deparamos com os objetos que coloriram a sua infância sertaneja: cercas delgadas como os dedos de um homem faminto; potes de argila que recendem a sangue; barrigudas curvadas tal qual mães que perderam seus filhos; casebres rústicos que se amontoam como favelas até descansarem nas primeiras nuvens do firmamento; um céu dum laranja vivaz e explosivo que se expande ao limite, antes de se apagar numa leve camada púrpura – um crepúsculo com laivos de esperança. A arte reside na conjunção de ambos.
 A mão e os olhos de Karneiro, como que por magia, criam mundos saborosos, palpáveis, infinitos. E, diante do limiar da moldura, repousa o público. Enquanto apreciamos suas últimas obras, nos perguntamos quais de suas múltiplas facetas estarão ainda por emergir, entre o profundo carmesim de sua paleta de tintas, e a vastidão de uma tela em branco.

Paulo Raviere
Me. Letras e Tradução - UFBA “
 
Curriculum Artístico

Dados pessoais
Nome completo: Antônio Carneiro Dourado
Nascido a 15 de Março de 1960
Nome em citações: AKarneiro
Sexo: masculino
 
Endereço profissional
Local: Ateliê situado a Rua Rio Paraguaçú, 30, Recanto das Arvores, CEP 44900-000 Irecê-BA
Telefones: (74) 3641-6520 / (74) 3641-3303 / (74) 9998-0074
E-mail: akarneiro@akarneiro.com.br
URL da homepage: http:// www.akarneiro.com.br
Face: https://www.facebook.com/antonio.carneiro.9619?fref=ts
 
Atuação profissional
Pintor
Técnico em Artes Gráficas
Formação: Autodidata


Premiações
2008 - Vanguarda do Sertão, evento da Rádio Líder FM
2002 - Medalha de Honra ao Mérito pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB)
1994 - Cidadão Honorário da cidade de Barro Alto, Bahia
 
Exposições Individuais
2014 - Nada é Para Sempre, Topvel, Irecê, Bahia.
2014 - IFBA, Irecê, Bahia.
2009 - Exposição Resgate Cultural, Mulungu do Morro, Bahia.
2007 - Exposição de Inauguração do Espaço UNEB, Irecê, Bahia.
2000 - Pizza House, Irecê, Bahia.
1998 - Banco do Nordeste, Irecê, Bahia.
1997 - Feira Internacional de Arte e Artesanato Popular (FIAAP), Salvador, Bahia.
1996 - Hotel Golden Palace, Irecê, Bahia.
1995 - Hotel Fiesta, Irecê, Bahia.
1994 - Biblioteca Pública de Irecê, Bahia.
1994 - Baneb, Irecê, Bahia.
1990 - Ser Tão Baiano, Banco do Brasil, Irecê, Bahia.
1989 - Feira do Interior, Salvador, Bahia.
 
Exposições Coletivas

2014 - Arte Cidadã VIII, Centro Cultural Câmara dos Deputados, Brasília, DF.
2013 - Chapadas e Sertões, Topvel, Irecê, Bahia.
2012 - Kombi das Artes, Irevel, Irecê, Bahia.
2011 - Ser Tão Franciscano, Topvel, Irecê, Bahia.
2009 - Novembro Colorido, Topvel, Irecê, Bahia.
2000 - Bier Natal Ireceense, Irecê, Bahia.
1998 - Caravana da Cultura, no Centro de Cultura de Barreiras, Bahia.
1997 - Caravana da Cultura, AABB de Vitória da Conquista, Bahia.
1987 a 1992 - Semana de Arte e Cultura (SEMARC), Irecê, Bahia.
1997 - Topvel Irecê, Bahia.
1993 - Hotel Caraíbas, Irecê, Bahia.

 
Publicação dos livros:
Dourado, Antônio Carneiro. Descobrimento de Salobro, Salobro, 1992. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional)
Dourado, Antônio Carneiro. Ser Tão Baiano, Mini-dicionário de Reginalismo, 1987. (Desenvolvimento de material didático ilustrado)



e "VIVA A ARTE DO MEU POVO!"

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Eduardo Lima de Capim Grosso - Ba Para o Mundo



Para isso passamos a utilizar informações  do site oficial do artista, http://ateliereduardolima.xpg.uol.com.br/:

 
         “Eduardo Lima artista plástico baiano, casado, dois filhos. Nascido em 1977 na cidade de Capim Grosso interior da Bahia. Atualmente reside na cidade de Barreiras BA.
Autodidata, desde os dez anos de idade se destaca pelo seu talento artístico. Trabalhou como frentista e pintava nas horas vagas. Hoje dedica-se exclusivamente a arte (Pintura em tela). Já participou de varia exposições coletivas e individuais no Brasil  no exterior. Apaixonado pela arte e por suas raízes nordestinas Eduardo retrata através de suas pinceladas a simplicidade, o cotidiano e a cultura do nordeste.”

 
CURRICULUM 
  • 2005 – Exposição  Individual – Casa da Cultura – Valente - BA
  • 2005 – Exposição Individual – Sicoob – Capim Grosso – BA
  • 2005 – Exposição Coletiva – 5° Concurso Cultural Salão da Editora On-Line – SP
  • 2006 – Exposição Coletiva – 6° Concurso Cultural Salão da Editora On-Line – SP
  • 2006 – Exposição Coletiva – Accademia Internazionale D’arte Moderna AIAM – Roma
  • 2006 – Exposição Coletiva - III Salão de arte brasileira em Viena – Áustria
  • 2006 – Exposição Individual – Palácio das artes – Barreiras – BA
  • 2006 – Exposição Coletiva – Salão Regional - Alagoinhas – BA
  • 2007 – Exposição Coletiva – “London Arte Week” – Londres
  • 2007 – Exposição Coletiva – Salão Internacional da ANAP – Poços de Caldas – MG “

 Você tem mais informações sobre o Artista Plástico Eduardo Lima, e também mais obras expostas, através do facebook, o endereço é o seguinte: https://www.facebook.com/atelieeduardolima .

E VIVA...

"A ARTE DO MEU POVO!!"