terça-feira, 8 de março de 2011

Mil Vivas A Baiano E Os Novos Caetanos



Em uma época onde a ditadura imposta pelos grandes meios de comunicação força nosso povo a reverenciar tipos de arte com qualidade duvidosa, principalmente com relação a música.É mais que necessário que lembremos de brasileiros geniais, que foram responsáveis por criações divinas que fazem parte da nossa rica MPB.
Assim, o “A Arte Do Meu Povo” com muita honra e orgulho rende homenagem a esses dois monstros da nossa cultura, não através do humor(onde eram geniais comprovadamente). Mas como compositores, que com letras inteligentes falaram e criticaram problemas sérios do nosso país. Música séria feita por humoristas, isso deve ser motivo de orgulho para todos nós que nascemos nesse continente verde e amarelo.
Rogando para que não sejam esquecidos nunca, a homenagem de hoje vai para Chico Anysio e Arnold Rodrigues , através do seus Baiano e os Novos Caetanos!
Nas pesquisas, encontrou-se no blog http://euovo.blogspot.com/2006/10/baiano-e-os-novos-caetanos.html, estas informações:



Chico Anysio e Arnaud Rodrigues criaram uma paródia com Caetano Veloso e os Novos Baianos. No final da década de 60, quando Caetano e Gilberto Gil foram exilados do país, a trupe de Moraes Moreira, Pepeu Gomes, Baby Consuelo e Paulinho Boca de Cantor ficou conhecida como Novos Baianos, como eles mesmos se intitularam.

Na televisão, Chico Anysio fazia sucesso com Chico City, onde junto com Arnaud Rodrigues interpretavam diversos personagens. Num desses quadros surgiram Baiano e os Novos Caetanos. O grande sucesso da dupla foi “Vô batê pra tu”. O primeiro disco foi lançado em 1974. No ano seguinte, 1975, a dupla lançou outro disco do “Baiano e os Novos Caetanos 2”, mas também lançaram outros discos como “Azambuja & Cia” e “Chico Anysio ao Vivo”, onde o humorista fazia um show com textos de Arnaud Rodrigues.”

Já o site WIKIPEDIA informa o seguinte:

“Baiano e os Novos Caetanos é o nome de um trio musical e humorístico composto pelos humoristas Chico Anysio, Arnaud Rodrigues e Renato Piau satirizando no título o conjunto Novos Baianos e o cantor Caetano Veloso.
Nascida nos anos 70 como uma sátira ao tropicalismo, a dupla formada por Baiano e Paulinho Boca de Profeta (personagens de Chico Anísio e Arnauld Rodrigues, respectivamente, no humorístico “Chico City”) trazia em suas canções letras divertidas e engajadas e um instrumental de primeira, com belos arranjos de violões, sanfonas e cavaquinhos, entre outros instrumentos. Clássicos como "Vô Batê Pá Tu", que fala das delações na ditadura, e "Urubu Tá com Raiva do Boi", uma crítica à situação econômica do país e ao “milagre econômico brasileiro”, e a bela "Folia de Reis", fizeram de Baiano & Os Novos Caetanos um nome significativo no universo do samba-rock e da música rural.”


Chegou a hora de você conhecer ou relembrar algumas maravilhas compostas e interpretadas por "Baianos e Novos Caetanos":

Nega

Nega, a cor da pele me incendeia
É cor de meia-noite e meia
É luxo para o seu homem, só

“Viu, neguinha, é isso aí...”

Nega, a cor da pele me incendeia
É cor de meia-noite e meia
É luxo para o seu homem, só

Faço do meu canto a neura existencial.
O conteúdo do cotidiano, o dia-a-dia da vida.
A eletrônica está substituindo o coração.
A inspiração passou a depender do transistor, do poeta, de aço, de poesia programada.
É demais para os meus sentimentos, tá sabendo ?

Folias de Rei

Ai andar andei, ai como eu andei
E aprendi a nova lei
Alegria em nome da rainha e folia em nome de rei
Alegria em nome da rainha e folia em nome de rei
Ai mar marujei, ai eu naveguei
E aprendi a nova lei
Se é de terra que fique na areia o mar bravo só respeita o rei
Ai voar voei, ai como eu voei
E aprendi a nova lei
Alegria em nome das estrelas e folia em nome de rei
Alegria em nome das estrelas e folia em nome de rei
Ai eu partirei, ai eu voltarei, vou confirmar a nova lei
Alegria em nome de Cristo, porque Cristo foi o rei dos reis
Alegria em nome de Cristo, porque Cristo foi o rei dos reis

Aldeia

Aldeia, aldeia, aldeia de pedra, aldeia
Semeia, semeia, sementes de ferro, semeia

Aldeia, aldeia, aldeia de pedra, aldeia
Semeia, semeia, sementes de ferro, semeia

Lá vem a procissão
Toca o sino late o cão
E todo mundo corre e todo mundo morre de pasta na mão
Oh de pasta na mão

Aldeia, aldeia, aldeia de pedra, aldeia
Semeia, semeia, sementes de ferro, semeia

Em cada rosto uma expressão
Em cada bucho a digestão
Um novo carro, nova capa
Enquanto velho me pede pão

O pão nosso de cada dia, dái-nos hoje, creditai, nossas dívidas
Assim como não nos perdoam nossos credores,
Não nos perdoam nossos credores...

Aldeia, aldeia, aldeia de pedra, aldeia
Semeia, semeia, sementes de ferro, semeia
Aldeia, aldeia, aldeia de pedra, aldeia
Semeia, semeia, sementes de ferro, semeia

Apocalipse

Tu não deves temer quando o azul deste céu se abrir
Tu não deves temer quando o verde da mata fluir
E um anjo branco toca a alma em clarim
E um anjo negro não quer saber mais de mim

Tu não deves temer quando o pó do planeta subir
Tu não deves temer quando o chão começar a ruir
E um anjo negro toca a alma em clarim
E um anjo branco não quer saber mais de mim

A lua de prata
Vira um ponto preto
Não se sobra o brilho da estrela Dalva

O sol bola de fogo
Vira um pingo d’água
Não escapa o riso é o fim da mágoa

Tu não deves temer quando a guerra parar de fluir
Tu não deves temer quando a fita da paz se partir
E um anjo branco toca a alma em clarim
E um anjo negro mostra a bandeira do fim

“ A gente tá só dando um toque. Não existe o centro, tá sabendo? A dor, o amor, a terra, a guerra, o pobre, o nobre... tudo é emprestado. Tudo é por enquanto, não sabe? Certo não é não... muda. Não muda, Paulinho? Tem que mudar... a gente ta só dando um toque. Quem se tocar, se tocou. Quem se toca, se toca....”

Catira caipira

Diz a frase sábia, mudou o acento é sabiá
O sol que nasce aqui é o mesmo sol que morre acolá
Quando entro no rio e vejo a sombra me acompanhar
Sombra é coisa bem feita, que entra na água sem se molhar

Catira, catira, catira, posso cantar?
Catira, catira, catira, lalalala...

Um qualquer é qualquer coisa
Qualquer um pensa o que quer
Qualquer um é qualquer coisa que você quiser

Pode ser nome de homem
Sobrenome de mulher
Ou então o telefone de quem não lhe quer
Ou então o telefone de quem não lhe quer

Catira, catira, catira, posso cantar?
Catira, catira, catira, lalalala...

A torneira quando pinga
É que não sabe fungar
Mas mulata quando ginga
Torce até quebrar

Diz que tudo vem do pó
Tudo em pó se voltará
E o café que é em pó, o que que vai virar?
E o café que é em pó, o que que vai virar?

Catira, catira, catira, posso cantar?
Catira, catira, catira, lalalala...
Diz a frase sábia, mudou o acento é sabiá
O sol que nasce aqui é o mesmo sol que morre acolá
Quando entro no rio e vejo a sombra me acompanhar
Sombra é coisa bem feita, que entra na água sem se molhar

Catira, catira, catira, posso cantar?
Catira, catira, catira, lalalala...
Catira, catira, catira, posso cantar?
Catira, catira, catira, lalalala...
Catira, catira, catira, posso cantar?
Catira, catira, catira, lalalala...
Catira, catira, catira, posso cantar?
Catira, catira, catira, lalalala...

Cego É Quem Não Quer Ver

Cego é quem não quer ver
Cego é quem não quer ver
Cego é quem não quer ver
Cego é quem não quer ver

Flores nos campos
Frutos da terra parida, hei
Muita comida
Povo bem alimentado

Com o seu suor
Sangrando de felicidade hei
Mas tudo é sonho, hei
Fácil de ser verdade

Não é porque... Cego é quem não quer ver
Não é porque...
Cego é quem não quer ver

Cego é quem não quer ver
Cego é quem não quer ver
Cego é quem não quer ver
Cego é quem não quer ver

Nos quatros cantos
Do planeta Terra, vida hei
Crianças vivas, hei
Pela fome devoradas

E o mal pior
É o vírus da sociedade, hei
Dói em você, eu sei
Dói em nós, mas é verdade

E é porque... Cego é quem não quer ver
Só é porque... Cego é quem não quer ver

Nos quatros cantos
Do planeta Terra, vida hei
Crianças vivas, hei
Pela fome devoradas

E o mal pior
É o vírus da sociedade, hei
Dói em você, eu sei
Dói em nós, mas é verdade

E é porque.... Cego é quem não quer ver
Só é porque... Cego é quem não quer ver

Cego é quem não quer ver
Cego é quem não quer ver
Cego é quem não quer ver
Cego é quem não quer ver

Cidadão da mata

Meu rancho de palha lala
Meu campo de malha lala
Um rosto na talha lala
E a chuva na calha lala

Cidadão da mata... eu sou
Cidadão da mata... eu sou

A água na lata tata
A mesa tão farta tata
Perdido na data tata
Achei-me na mata tata

Cidadão da mata... eu sou
Cidadão da mata... eu sou

Um touro na raia iaia
Um potro na baia iaia
A gente não vai iaia
Qualquer um que caia iaia

Cidadão da mata... eu sou
Cidadão da mata... eu sou

Meu cão, minha gralha lhalha
A minha pirralha lhalha
Meu pão, minha tralha lhalha
E um velho que malha lhalha

Cidadão da mata... eu sou
Cidadão da mata... eu sou

Meu rabo de saia iaia
Comigo na praia iaia
Mais se o dia raia iaia
A gente trabaia iaia

Cidadão da mata... eu sou
Matador da vila... não sou
Não sou...

“Amo, amo a mata! Porque nela não há preços. Amo o verde que me envolve... o verde sincero que me diz que a esperança, não é a ultima que morre. Quem morre por último é o herói. E o herói, é o cabra que não teve tempo de correr...”


Dendalei
Eu aprendi tudo que sei
Nos sete dias de transas do rei

Do que eu vi, muito gostei
Tudo perfeito demais
dendalei dendalei denda

Sou fã da viração do vento
Sou fã do livre pensamento
Sou fã da luz do nascimento
Sou fã aqui do melhor momento

Eu aprendi tudo que sei
Nos sete dias de transas do rei

Do que eu vi, muito gostei
Tudo perfeito demais
dendalei dendalei denda

Sou fã desse meu firmamento
Sou fã da roda que eu entro
Sou fã do velho testamento
Sou fã do agradecimento

Sou fã da viração do pensamento
Da luz do melhor momento
Do livre nascimento
Da cor do testamento
Do velho firmamento
E do agradecimento



Entardecer na fazenda

O anoitecer na fazenda
Traz um sol de esperanças
Para o dia que vem

Céu vermelho é o sangue das cores
Vistas nos arredores
Salpicadas de sol

Um bom pigarro
No uísque do doutor
Um bom cigarro, curtição do plantador

E a lua nova
Um anel no céu do entardecer
Cigarrra canta, ai, até morrer

Já deu seis horas, mãe da lua anunciou
Agora é ceia, prosa, verso e tocador
A sanfoninha, oito baixo e toca alto pra danar
Baião no chão, no céu, no ar

Entardecer na fazenda

O anoitecer na fazenda
Traz um sol de esperanças
Para o dia que vem

Céu vermelho é o sangue das cores
Vistas nos arredores
Salpicadas de sol

Um bom pigarro
No uísque do doutor
Um bom cigarro, curtição do plantador

E a lua nova
Um anel no céu do entardecer
Cigarrra canta, ai, até morrer

Já deu seis horas, mãe da lua anunciou
Agora é ceia, prosa, verso e tocador
A sanfoninha, oito baixo e toca alto pra danar
Baião no chão, no céu, no ar

Painho

Painho, Painho
Tô sofrendo mal de amor
Painho, Painho
-Joga os santos em sua dor

Painho Painho
o Xodó é o meu fraco
Painho, painho
-Sai pra lá que eu tô um caco

Chame os Santos lá de dentro
Chame os Santos de lá fora Õ,ô, ô,ô
Ô,ô,ô,ô

A Cunhã foi me dizer
Que painho tá sem amor
-Foi? Eu tô!

Eu também sofro essa dor
Essa dor ninguém suporta
-Afee! Tô morta!

Painho, painho
Um amor é meu remédio
Painho, painho
Posso ir fundo?
-Não, vá médio

Chame os Santos lá de dentro
Chame os Santos de lá fora Ô, ô, ô,ô
Ô, ô, ô ô....

A Cunhã foi me dizer
Que painho tá sem amor
-Foi? Eu tô!

Eu também sofro essa dor
Essa dor ninguém suporta
-Afee! Tô morta!

Painho, painho
Um amor é meu remédio
Painho, painho
Posso ir fundo?
-Não, vá médio

Chame os Santos lá de dentro
Chame os Santos de lá fora Ô, ô, ô,ô
Ô, ô, ô ô....

Sete Luas

Tem sete luas no cair do dia
Acende as velas para Ave-Maria
(Ave-Maria, Ave-Maria)

Tem sete luas quando o sol esfria
Acende a praça para ver Maria
(Hum... ver Maria, hum... ver Maria)

E Maria era morena
Pele jambo e reluzia
Todo homem que à via
Esquecia da novena
E fazia sua cena
Só pra ver se ela sorria
E Maria percebia
E Maria não falava
E Maria sonhava

Era uma vez um cavalo dourado
Que galopava no vento
Nele montado um príncipe encantado
Maior que o seu pensamento

E galopava livre (e galopava livre)
E galopava livre (e galopava livre)
E galopava livre (e galopava livre)

Era uma vez um cavalo dourado
Que galopava no vento
Nele montado um príncipe encantado
Maior que o seu pensamento

E galopava livre (e galopava livre)
E galopava livre (e galopava livre)
E galopava livre (e galopava livre)

Tem sete luas no cair do dia
Acende as velas para Ave-Maria
(Ave-Maria, Ave-Maria)

Tem sete luas quando o sol esfria
Acende a praça para ver Maria
(Hum... ver Maria, hum... ver Maria)

Era uma vez um cavalo dourado
Que galopava no vento
Nele montado um príncipe encantado
Maior que o seu pensamento

E galopava livre (e galopava livre)
E galopava livre (e galopava livre)
E galopava livre (e galopava livre)

Era uma vez um cavalo dourado
Que galopava no vento
Nele montado um príncipe encantado
Maior que o seu pensamento

E galopava livre (e galopava livre)
E galopava livre (e galopava livre)
E galopava livre (e galopava livre)



Tributo ao Regional

Não há considerações gerais a fazer
Tá tudo aí... Tá tudo aí
Para quem quiser ver

Não há considerações gerais a fazer
Tá tudo aí... Tá tudo aí
Para quem quiser ver

Um som perfeitamente leve pro meu corpo
Um som incrivelmente vivo, nada morto

Chia (chia), chia (chia), chia meu cavaquinho
Pia (pia), pia (pia), pia minha flautinha

Não há considerações gerais a fazer
Tá tudo aí... Tá tudo aí
Para quem quiser ver

Não há considerações gerais a fazer
Tá tudo aí... Tá tudo aí
Para quem quiser ver

Um som perfeitamente leve pro meu corpo
Um som incrivelmente vivo, nada morto

Chia (chia), chia (chia), chia meu cavaquinho
Pia (pia), pia (pia), pia minha flautinha

Chia (chia), chia (chia), chia meu cavaquinho
Pia (pia), pia (pia), pia minha flautinha



Urubu tá com raiva do boi

“Legal... me amarro nesse som, tá sabendo?
O medo, a angústia, o sufoco, a neurose, a poluição
Os juros, o fim... nada de novo.
A gente de novo só tem os sete pecados industriais.
Diga Paulinho, diga...
Eu vou contigo Paulinho, diga”

Urubu tá com raiva do boi
E eu já sei que ele tem razão
É que o urubu tá querendo comer
Mais o boi não quer morrer
Não tem alimentação

Urubu tá com raiva do boi
E eu já sei que ele tem razão
É que o urubu tá querendo comer
Mais o boi não quer morrer
Não tem alimentação

O mosquito é engolido pelo sapo
O sapo a cobra lhe devora

Mas o urubu não pode devorar o boi:
Todo dia chora, todo dia chora.
Mas o urubu não pode devorar o boi:
Todo dia chora, todo dia chora.

“O norte, a morte, a falta de sorte...
Eu tô vivo, tá sabendo?
Vivo sem norte, vivo sem sorte, eu vivo...
Eu vivo, Paulinho.
Aí a gente encontra um cabra na rua e pergunta: ‘Tudo bem?'
E ele diz pá gente: ‘Tudo bem!'
Não é um barato, Paulinho?
É um barato...”

Urubu tá com raiva do boi
E eu já sei que ele tem razão
É que o urubu tá querendo comer
Mais o boi não quer morrer
Não tem alimentação

Urubu tá com raiva do boi
E eu já sei que ele tem razão
É que o urubu tá querendo comer
Mais o boi não quer morrer
Não tem alimentação

Gavião quer engolir a socó
Socó pega o peixe e dá o fora

Mas o urubu não pode devorar o boi
Todo dia chora, todo dia chora
Mas o urubu não pode devorar o boi
Todo dia chora, todo dia chora

“Nada a dizer... nada... ou quase nada...
O que tem é a fazer: tudo... ou quase tudo...
O homem, a obra divina...
Na rua, a obra do homem...
Cheiro de gás, o asfalto fervendo, o suor batendo
O suor batendo (4 x) ”

Veio Zuza

Veio Zuza (8x)

E ele vem todo de branco, vem
E ele vem todo de branco, vem
É negro, é africano, é mestre, é Zulu

E ele vem todo de branco, vem
E ele vem todo de branco, vem
E ele vem todo de branco, vem
É negro, é africano, é mestre, é Zulu
E ele vem todo de branco, vem

São Gonçalo do Amaranto
Com sua espada em seu posto
Uma estrela na testa
Outra na maçã do rosto

São Gonçalo do Amaranto
Com sua espada em seu posto
Uma estrela na testa
Outra na maçã do rosto


Veio Zuza (8x)

E ele vem todo de branco, vem
E ele vem todo de branco, vem
É negro, é africano, é mestre, é Zulu

E ele vem todo de branco, vem
E ele vem todo de branco, vem
E ele vem todo de branco, vem
É negro, é africano, é mestre, é Zulu

E ele vem todo de branco, vem

São Gonçalo do Amaranto
Com sua espada em seu posto
Uma estrela na testa
Outra na maçã do rosto

São Gonçalo do Amaranto
Com sua espada em seu posto
Uma estrela na testa
Outra na maçã do rosto

Veio Zuza (8x)
Violamania
Baiano e Os Novos Caetanos
Composição: Indisponível
Onde, nem sei como...
De repente brilhou tudo em volta

Era meio da noite
E na toada só amor se tocou

Veio trazendo a luz do dia
O som quase esquecido
Da viola, a violamania (2x)

Onde, nem sei como...
De repente brilhou tudo em volta

Era meio da noite
E na toada só amor se tocou

Veio trazendo a luz do dia
O som quase esquecido
Da viola, a violamania (2x)


Vô batê pá tú

Falou, é isso aí malandro
Tem que se ligar aí nesse som, tá sabendo...
Eu vou bate pá tú, pá tu bate pá tua patota

Vou batê pá tu bate pá tú
Pá tú batê
Vô batê pá tú, batê pá tú
Pá tú batê
Vô batê pá tú, batê pá tú
Pá tú batê
Vô batê pá tú, batê pá tú
Pá tú batê

Pá amanhã a pá não me dizer
Que eu não bati pá tú
Pá tú pode batê

O caso é esse
Dizem que falam que não sei o que
Tá pá pintá ou tá pá acontecer
É papo de altas transações

Deduração um cara louco
Que dançou com tudo
Entregação com dedo de veludo
Com quem não tenho grandes ligações

Vou batê pá tu bate pá tú
Pá tú batê
Vô batê pá tú, batê pá tú
Pá tú batê
Vô batê pá tú, batê pá tú
Pá tú batê
Vô batê pá tú, batê pá tú
Pá tú batê

Pá amanhã a pá não me dizer
Que eu não bati pá tú
Pá tú pode batê

O caso é esse
Dizem que falam que não sei o que
Tá pá pintá ou tá pá acontecer
É papo de altas transações

Deduração, um cara louco
Que dançou com tudo
Entregação com dedo de veludo
Com quem não tenho grandes ligações

Tá falado, tu tem que se ligar....
É isso aí, falou

Vou batê pá tu bate pá tú
Pá tú batê
Vô batê pá tú, batê pá tú
Pá tú batê
Vô batê pá tú, batê pá tú
Pá tú batê
Vô batê pá tú, batê pá tú
Pá tú batê

Pá amanhã a pá não me dizer
Que eu não bati pá tú
Pá tú pode batê

O caso é esse
Dizem que falam que não sei o que
Tá pá pintá ou tá pá acontecer
É papo de altas transações

Deduração um cara louco
Que dançou com tudo
Entregação com dedo de veludo
Com quem não tenho grandes ligações


"E Viva A Arte Do Meu Povo!!!"

Um comentário:

  1. por favor, preciso saber quem é o compositor de Violamania.

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